quarta-feira, 29 de abril de 2015

A lenda da Ubume

Ubume é um youkai japonês ou bakemono, é o espírito de uma mulher que morreu no parto, às vezes é contada como umamulher que morreu para ter certeza que o filho sobreviveria.
 Muitas vezes aparecem como geralmente os espíritos japoneses aparecem, usando robes brancas, e tendo um cabelo longo e escuro.

Em algumas histórias, ubume compra doces e outras comidas para as crianças que ainda estão vivas com moedas que depois se transformam em folhas secas. Em outras histórias, ubume atrai a atenção de um humano vivo, e o leva até o local onde seu filho está escondido.

A lenda da menina da lacuna

Algumas casas japonesas têm muitas lacunas e rachaduras espalhadas por todos os cômodos. E nesses lugares vive um espírito maligno em forma de uma garota. Ela está entre os móveis, as portas ou gavetas e está sempre à procura de alguém para brincar com ela.

Se ela te encontrar, pedirá para brincar de esconde-esconde. Se você aceitar a brincadeira, na segunda vez que olhar para os olhos da menina dentro de uma lacuna, você será levado para outra dimensão (ou para o inferno, já que ninguém nunca voltou para relatar).

     Abaixo deixo um vocaloid (um de meus preferidos) que não trata bem desse tema, mas é semelhante; trata-se do famoso Esconde-esconde Solitário - falaremos dessa brincadeira sinistra, em um outro post -.

O Cristal Das Fadas

Quando energizado adequadamente os cristais das fadas são ativados mecanismos poderosos, que podem ser utilizados
para fazer alterações muito significativas na sua vida.

O Círculo de Cristais das Fadas, ou como são mais comumente chamado Crystal Faerie Circle, é um arranjo circular
 com pedras de cristais ao redor de uma pedra já consagrada e de sua proteção.
A quantidade de pedrinhas de cristais que formaram o círculo é indefinida e fica a seu critério.
A intenção é de atrair uma fada que fornecerá energias e poderes do reino das fadas ao cristal central do círculo,
aumentando a intenção do poder de seu cristal.
Os círculos das fadas são encontrados geralmente na primavera e ao ar livre, em jardins e matas livres.
Então encontre um lugar seguro e ao ar livre, onde o círculo não será perturbado.
Limpar um pequeno espaço em um local isolado, onde ele estará seguro para que as fadas possam se reunir.
Coloque o seu cristal no centro do local que você escolheu.
      Se você tem uma pedra selecionada para um propósito específico pode ser usada, ou adquira uma que será seu talismã.
Tenha em mãos outras pedrinhas para poder fazer a espiral do círculo.
Em seguida, organize as pedrinhas uma a uma igualmente espaçadas para formar um círculo.
Agora você só precisa energizar o círculo, e que é fácil de fazer.
    Leve a sua varinha, ou use seu dedo indicador…

Aponte para o centro do círculo, ou seja, para seu cristal central, concentre-se e imagine você despejando uma
chuva de Luz Brilhante sobre o Círculo que realizou.
Agora veja este brilho iluminando e atraindo as fadas.
Deixe claro em sua mente que este círculo irá refletir ao mundo das fadas.
     Esta energia do Cristal central irá ampliar, iluminar e refletir no caminho das fadas até seu círculo.

Seu círculo de fadas agora está energizado.
Deixe-o montado por uns 3 dias ou se desejar até que você consiga sentir a energia local ou diferença na disposição
 das pedrinhas menores.
       Depois você pode desmontar o círculo deixando como agradecimento algumas lantejoulas, pérolas de bijuterias,
 flores de pequeno porte, móveis de brinquedo ou qualquer miniatura, pois elas adoram enfeites.

      Faça este ritual sempre que achar necessário ou sentir que precisa de uma energia a mais.

Seu Cristal estará poderoso!

A intrusa em sua vida

Sou uma pobre fada confusa
Sou uma pobre fada ferida
A intrusa em sua vida

Estou chorando há horas
me afogando em meu próprio sangue
rasgaram minhas asas
destruíram meu sonhos
partiram meu coração
só me restou a solidão

sou uma pobre fada confusa
sou uma pobre fada ferida
a intrusa em sua vida

o amargor em seus lábios
o desamor de sua alma
você se foi sem avisar
sem comigo se importar
hoje eu vivo a chorar
seu nome a chamar
sei que não responderá
de surdo se fará
mas não posso desistir
de ter aqui comigo
volte, eu imploro
meu amigo

sou uma pobre fada ferida
a intrusa em sua vida



Giovanna Lynn

Estou de volta!! ;)

   Oieee!!!! Como vão meus lindos??
Me desculpem por ficar TANTO tempo afastada. É que aconteceram muitas coisas e eu me envolvi em outros projetos. Masss... Estou muito feliz porque tenho realizado meus sonhos, tanto no plano financeiro quanto no sentimental e estou muito feliz ao lado de minha ex melhor amiga e atual namorada <3, a Daniele Araújo. Eu sempre soube que fomos feitas uma para outra e, embora, no começo, a gente tenha feito confusão com isso e termos medo de ferrarmos nossa amizade, eu a convenci que, nosso amor era verdadeiro e que ficaríamos juntas por MUITO tempo, talvez para sempre... Vai saber... rsrsrs
        O fato é que me sinto feliz, compreendida e amada. Me sinto como uma boba, mas uma boba feliz! A mais feliz do mundo!
     Estou me organizando e nesse mês que vem, pretendo trazer novos posts para vocês. Teremos várias novidades aqui no blog e novas tags interessantes. Mas, por hora, vocês podem acompanhar meu trabalho em outros blogs, nos quais, sou colaboradora, como:




     Eu volto com novidades, em breve, docinhos!!!
Beijinhos de framboesa. 


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Você sabe o que é o amor?


Amor, é o nível ou grau de responsabilidade, utilidade e prazer com que lidamos com as coisas e pessoas que conhecemos.
A palavra amor (do latim amor) presta-se a múltiplos significados na língua portuguesa. Pode significar afeição, compaixão, misericórdia, ou ainda, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido, etc. O conceito mais popular de amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém, ou com algum objeto que seja capaz de receber este comportamento amoroso e enviar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a sua manutenção e motivação. É tido por muitos como a maior de todas as conquistas do ser.

Fala-se do amor das mais diversas formas: amor físico, amor platônico, amor materno, amor à vida. É o tipo de amor que tem relação com o caráter da própria pessoa e a motiva a amar (no sentido de querer bem e agir em prol).
As muitas dificuldades que essa diversidade de termos oferece, em conjunto à suposta unidade de significado, ocorrem não só nos idiomas modernos, mas também no grego e no latim.

O grego possui várias palavras para amor, cada qual denotando um sentido diferente e específico.
No latim encontramos amor, dilectio, charitas, bem como Eros, quando se refere ao amor personificado numa deidade.
Amar também tem o sentido de gostar muito, sendo assim possível amar qualquer ser vivo ou objeto.


Amor platônico



Amor platônico é uma expressão usada para designar um amor ideal, alheio a interesses ou gozos. Um sentido popular pode ser o de um amor impossível de se realizar, um amor perfeito, ideal, puro, casto.
Trata-se, contudo, de uma má interpretação da filosofia de Platão, quando vincula o atributo "platônico" ao sentido de algo existente apenas no plano das ideias. Porque Ideia em Platão não é uma cogitação da razão ou da fantasia humana. É a realidade essencial. O mundo da matéria seria apenas uma sombra que lembraria a luz da verdade essencial.
A expressão amor platônico é uma interpretação equivocada do conceito de Amor na filosofia de Platão. O amor em Platão é falta. Ou seja, o amante busca no amado a Ideia - verdade essencial - que não possui. Nisto supre a falta e se torna pleno, de modo dialético, recíproco.
Em contraposição ao conceito de Amor na filosofia de Platão está o conceito de paixão. A paixão seria o desejo voltado exclusivamente para o mundo das sombras, abandonando-se a busca da realidade essencial. O amor em Platão não condena o sexo, ou as coisas da vida material.
 Na obra Simpósio (de Platão), há uma passagem sobre o significado do amor. Sócrates é o mais importante dentre os homens presentes. Ele diz que na juventude foi iniciado na filosofia do amor por Diotima de Mantinea, que era uma sacerdotisa. Diotima lhe ensinou a genealogia do amor e por isso as ideias de Diotima estão na origem do conceito socrático-platônico do amor. Segundo Joseph Campbell, "não é por acaso que Sócrates nomeia Diotima como aquela que lhe deu as instruções e os métodos mais significativos para amar/falar. A palavra falada por amor é uma palavra que vem das origens".


Perspectiva filosófica



Diferentemente do conceito de amor platônico, quando se fala do amor em Platão estamos nos referindo ao pensamento deste filósofo sobre o amor. A noção de amor é central no pensamento platônico. Em seus diálogos, Sócrates dizia que o amor era a única coisa que ele podia entender e falar com conhecimento de causa. Platão compara-o a uma caçada (comparação aplicada também ao ato de conhecer) e distinguia três tipos de amor: o amor terreno, do corpo; o amor da alma, celestial (que leva ao conhecimento e o produz); e outro que é a mistura dos dois. Em todo caso o amor, em Platão, é o desejo por algo que não se possui.
A temática do amor é comum a quase todos os filósofos gregos, entendido como um princípio que governa a união dos elementos naturais e como princípio de relação entre os seres humanos.
 Depois de Platão, entretanto, só os platônicos e os neoplatônicos consideraram o amor um conceito fundamental. Em Plutarco o amor é a aspiração daquilo que carece de forma (ou só a tem minimamente) às formas puras e, em última instância, à Forma Pura do Bem. Em "As Enéadas", Plotino trata do amor da alma à inteligência; e na sua Epistola ad Marcelam, Porfírio menciona os quatro princípios de Deus: a fé, a verdade, o amor e a esperança. No pensamento neoplatônico, o conceito de amor tem um significado fundamentalmente metafísico ou metafísico-religioso.


O amor original



O amor, para ocorrer, não importando os níveis: se social, afetivo, paternal ou maternal, fraternal - que é o amor entre irmãos e companheiros - deve obrigatoriamente ser permitido. O que significa ser amor permitido? Bem, de fato quase nunca pensa-se sobre isso porque passa tão despercebido que atribui-se a um comportamento natural do ser humano ou de outros seres vivos. Mas não, a permissão aqui referida toma-se por base um sentimento de reciprocidade capaz de dar início e alargar as relações de afetividade entre duas ou mais pessoas ou seres que estão em contato e que por ventura vêm a nutrir um sentimento de afeição ou amor entre si.
A permissão ocorre em um nível de aceitação natural, mental ou físico, no qual o ser dá abertura ao outro sem que sejam necessárias quaisquer obrigações ou atitudes demeritórias ou confusas de nenhuma das partes. A liberdade de amar, quando o sentimento preenche de alguma forma a alma e o corpo e não somente por alguns minutos, dias ou meses, mas por muitos anos, quiçá eternamente enquanto dure e mais nas lembranças e memórias.

Por que você me ama? Porque você permitiu. Essa frase remete ao mais simples mecanismo de reciprocidade e lealdade, se um pergunta ao outro a razão de seu sentimento de amor em direção a ele, a resposta só poderia ser essa. A razão do sentimento de amor em direção à outra pessoa recaí na própria pessoa amada, que em seus gestos, palavras, pensamentos e ações conferiu permissão a que a outra pessoa ou ser - podendo até ser um animal de estimação - o dedicasse aquele sentimento de amor.
O amor pode ser entendido de diferentes formas, e tomado por certo conquanto é um sentimento, dessa forma é abstrato, sem forma, sem cor, sem tamanho ou textura. Mas é por si só: O sentimento em excelência; o que quer dizer que é o sentimento primário e inicial de todo e cada ser humano, animal ou qualquer outro ser dotado de sentimentos e capacidade de raciocínio natural.
Todos carecem de amor e querem reconhecer esse sentimento em si e nos outros, não importando idade ou sexo. O amor é vital para nossas vidas como o ar, e é notoriamente reconhecido que sem amor a criatura não sobrevive conquanto o amor equilibra e traz a paz de espírito quando é necessário.


Eros

Eros representa a parte consciente do amor que uma pessoa sente por outra. É o amor que se liga de forma mais clara à atração física, e frequentemente compele as pessoas a manterem um relacionamento amoroso continuado. Nesse sentido também é sinônimo sensualidade que leva a atração física e depois às relações sexuais.
Ao contrário vem a Psique, que representa o sentimento mais espiritual e profundo.


Pragma



Pragma (do grego, "prática", "negócio") seria uma forma de amor que prioriza o lado prático das coisas. O indivíduo avalia todas as possíveis implicações antes de embarcar num romance. Se o namoro aparente tiver futuro, ele investe. Se não, desiste. Cultiva uma lista de pré-requisitos para o parceiro ou a parceira ideal e pondera muito antes de se comprometer. Procura um bom pai ou uma boa mãe para os filhos e leva em conta o conforto material. Está sempre cheio de perguntas. O que será que a minha família vai achar? Se eu me casar, como estarei daqui a cinco anos? Como minha vida vai mudar se eu me casar?
Amor interessado em fazer bem a si mesmo, Amor que espera algo em troca.


Philia



Em grego, Philia significa altruísmo, generosidade. A dedicação ao outro vem sempre antes do próprio interesse. Quem pratica esse estilo de amor entrega-se totalmente à relação e não se importa em abrir mão de certas vontades para a satisfação do ser amado. Investe constantemente no relacionamento, mesmo sem ser correspondido. Sente-se bem quando o outro demonstra alegria. No limite, é capaz até mesmo de renunciar ao parceiro se acreditar que ele pode ser mais feliz com outra pessoa. É visto por muitos, como uma forma incondicional de amar.
A interpretação cristã sobre a origem de Jesus, engloba este tipo de amor para descrever o ato de Deus, que, ao ver a humanidade perdida, entrega seu filho unigênito, para ser morto em favor do homem.


Storge

 O nome da divindade grega da amizade é Storge. Por isso, quem tende a ter esse estilo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projetos compartilhados. O romance começa de maneira tão gradual que os parceiros nem sabem dizer quando exatamente. A atração física não é o principal. Os namorados-amigos não tendem a ter relacionamentos calorosos, mas sim tranquilos e afetuosos. Preferem cativar a seduzir. E, em geral, mantêm ligações bastante duradouras e estáveis. O que conta é a confiança mútua e os valores compartilhados. Os amantes do tipo storge revelam satisfação com a vida afetiva. Acontece geralmente entre grandes amigos. Normalmente os casais com este tipo de amor conhecem muito bem um ao outro.


Sexo

 A palavra amor pode ser entendida também como sexo, quando usada em expressões como "fazer amor", "make love" (em inglês), "hacer el amor" (em castelhano), "faire l'amour" (em francês). Os hispanófonos, por exemplo, encontramos a palavra "amor" sendo, em geral, substituída por variações de "querer", como em "yo te quiero", em detrimento do possível "te amo" em espanhol.


Estilos de Amor


Susan Hendrick e Clyde Hendrick desenvolveram uma Escala de Atitudes Amorosas baseados na teoria de Alan John Lee, teoria chamada Estilos de amor. Lee identificou seis tipos básicos em sua teoria. Nestes tipos as pessoas usam em suas relações interpessoais:
  • Eros - um amor apaixonado fundamentado e baseado na aparência física
  • Psiquê - um amor "espiritual", baseado na mente e nos sentimentos eternos
  • Ludus - o amor que é jogado como um jogo; amor brincalhão
  • Storge - um amor afetuoso que se desenvolve lentamente, com base em similaridade
  • Pragma - amor pragmático, que visualiza apenas o momento e a necessidade temporária, do agora
  • Mania - amor altamente emocional, instável; o estereótipo de amor romântico ou apaixonado.
  • Ágape - amor altruísta; espiritual
 De acordo com a pesquisa de Hendrick e Hendrick, os homens tendem a ser mais lúdicos e maníacos, enquanto as mulheres tendem a ser stórgicas e pragmáticas. Relacionamentos baseados em amor de estilos semelhantes tendem a durar mais tempo. Em 2007, pesquisadores da Universidade de Pavia liderados pelo Dr. Enzo Emanuele forneceram provas da existência de uma base genética para variações individuais em verificada na Teoria dos Estilos amorosos de Lee.
O Eros relaciona-se com a dopamina no sistema nervoso e a Mania à serotonina.


Atração física, paixão e amor


Atração física

Na atração física reside os nossos instintos atrelados ao nosso estado fisiológico como as necessidades sexuais, prazer e perpetuidade da espécie.

Paixão

 

A paixão é um forte sentimento que se pode tomar até mesmo como uma patologia provinda do amor. Manifestada a paixão em devida circunstância, o indivíduo tende a ser menos racional, priorizando o instinto de possuir o objeto que lhe causou o desejo. Sendo assim, o apaixonado pode transcender seus limites no que tange a razão e, em situações extremas, beira a obsessão.
Essa atração intensa e impetuosa está intimamente ligada à baixa de serotonina no cérebro: substância química (neurotransmissor) responsável por vários sentimentos e patologias, dentre eles a ansiedade e o estresse; a depressão e a psicose obsessiva-compulsiva.


Amor Interpessoal

O Amor Interpessoal se refere ao amor entre os seres humanos. É um sentimento mais potente do que um simples gostar entre duas ou mais pessoas. Sem amor refere-se aos sentimentos de amor que não são reciprocidade. O Amor interpessoal é mais associado com relações interpessoais. Tal amor pode existir entre familiares, amigos e casais. Há também uma série de distúrbios psicológicos relacionados ao amor, como erotomania.
 Alguns sentimentos que são frequentemente associados com Amor Interpessoal:
 A sexualidade pode ser um elemento importante na determinação da forma de um relacionamento. Enquanto a atração sexual, muitas vezes, cria um novo vínculo sexual. Esta intenção, quando isolada, pode ser considerada indesejável ou inadequada em certos tipos de amor. Em muitas religiões e sistemas de ética é considerada errada, a maneira de agir sobre desejo sexual para com a família de forma imediata. Como por exemplo: para as crianças, ou fora de um relacionamento empenhado. No entanto, há muitas maneiras de expressar amor apaixonado sem sexo. Afeto, intimidade emocional, partilha de interesses e experiências são comuns nas amizades e amores de todos os seres humanos.


Amor, paixão, e loucura

 
Estudos têm demonstrado que o escaneamento dos cérebros dos indivíduos apaixonados exibe uma semelhança com as pessoas portadoras de uma doença mental. O amor cria uma atividade na mesma área do cérebro que a fome, a sede, e drogas pesadas, criando atividade Polimerase. Novos amores, portanto, poderiam ser mais emocionais do que físicos. Ao longo do tempo, essa reação ao amor muda, e diferentes áreas do cérebro são ativadas, principalmente naqueles amores que envolvem compromissos de longo prazo. Dr. Andrew Newberg, um neurocientista, sugere que esta reação de modificação do amor é tão semelhante ao do vício as drogas, porque sem amor, a humanidade morreria.


Neurobiologia do “estar apaixonado”

 

Na área da neurobiologia, existem estudos apoiados em resultados de eletroencefalografia e no registro das correntes elétricas que ocorrem no cérebro durante o estado “paixão”, comprovam que apresenta a mesma elevada atividade como aquela registrada durante a libido. Quando alguém se apaixona registra-se maior produção de dopamina, responsável pelo estado de euforia, adrenalina, responsável pela excitação, a endorfina, pela sensação de felicidade e bem estar e finalmente eleva a testosterona que contribui para a maior apetência sexual. Simultaneamente são libertados substâncias químicas, os feromônios ou feromonas que exercem atração olfativa em animais da mesma espécie. Por outro lado diminui drasticamente o nível de serotonina, o que faz com que o estado “estar apaixonado” se assemelha ao estado registrado durante outras doenças psíquicas. Por isso muitos apaixonados se comportam mais impulsivamente, sem inibição como se estivessem fora do seu controlo racional. Após alguns meses, o corpo se acostuma as estas elevadas doses (segundo a OMS dura no máximo 24 a 36 meses) e diminui gradualmente a “intoxicação” do cérebro.

terça-feira, 4 de junho de 2013

O Dia dos namorados ou dia de São Valentin


   O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, também conhecido pela fama de "casamenteiro".


    A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade ( Será que doía?).

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo fora, aproximadamente mil milhões (Portugal) (um bilhão no Brasil) de cartões com mensagens românticas são enviados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

Os 7 pecados capitais

      Os conceitos incorporados no que se conhece hoje como os sete pecados capitais se trata de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo mas que foi usada mais tarde pelo catolicismo com o intuito de controlar, educar, e proteger os seguidores, de forma a compreender e controlar os instintos básicos do ser humano. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão (melancolia, ou tristetia), foi transformado em pecado pelos grandes pensadores da Igreja Católica.
 Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.


Os sete pecados


A gula

 

Gula é o desejo insaciável em geral por comida, bebida.
Segundo tal visão, esse pecado também está relacionado ao egoísmo humano: querer ter sempre mais e mais, não se contentando com o que já tem, uma forma de cobiça. Ela seria controlada pelo uso da virtude da temperança. Do latim Gula.

A Avareza

É o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais e pelo dinheiro, priorizando-os e deixando Deus em segundo plano. É considerado o pecado mais tolo por se firmar em possibilidades.
Na concepção católica, a avareza é considerada um dos sete pecados capitais, pois o avarento prefere os bens materiais ao convívio com Deus. Neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria, que significa tratar algo, que não é Deus, como se fosse deus.
Avareza, no cristianismo, é sinônimo de ganância, ou seja, é a vontade exagerada de possuir qualquer coisa. Mais caracteristicamente é um desejo descontrolado, uma cobiça de bens materiais e dinheiro, ganância. Mas existe também avareza por informação ou por indivíduos, por exemplo. Do latim avaritia.


A luxúria



A luxúria (do latim luxuriae) é o desejo passional e egoísta por todo o prazer corporal e material. Também pode ser entendido em seu sentido original: “deixar-se dominar pelas paixões”.
Consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes; sexualidade extrema e lascívia. Do latim luxuria.


A ira



A ira é o intenso e descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar sentimento de vingança. É um sentimento mental que conflita o agente causador da ira e o irado.
A ira torna a pessoa furiosa e descontrolada com o desejo de destruir aquilo que provocou sua ira, que é algo que provoca a pessoa. Segundo a Igreja Católica, a ira não atenta apenas contra os outros, mas pode voltar-se contra aquele que deixa o ódio plantar sementes em seu coração. Seguindo esta linha de raciocínio, o castigo e a execução do causador pertencem a Deus. Do latim ira.


A inveja



A inveja é considerada pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual.
É o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue. O invejoso ignora tudo o que é e possui para cobiçar o que é do próximo.
A inveja é frequentemente confundida com o pecado capital da Avareza, um desejo por riqueza material, a qual pode ou não pertencer a outros. A inveja na forma de ciúme é proibida nos Dez Mandamentos da Bíblia. Do latim invidia, que quer dizer olhar com malícia.



A preguiça

 A Igreja Católica apresenta a preguiça como um dos sete pecados capitais, caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva à inatividade acentuada. Aversão ao trabalho, frequentemente associada ao ócio, vadiagem. Do latim prigritia.


A vaidade ou orgulho


Conhecida como soberba, é associada à orgulho excessivo, arrogância e vaidade.
Em paralelo, segundo o teólogo Tomás de Aquino, a soberba era um pecado tão grandioso que era fora de série, devendo ser tratado em separado do resto e merecendo uma atenção especial. Aquino tratava em separado a questão da vaidade, como sendo também um pecado, mas a Igreja Católica decidiu unir a vaidade à soberba, acreditando que neles havia um mesmo componente de vanglória, devendo ser então estudados e tratados conjuntamente. Do latim superbia, vanitas.


Comparação com os demônios

Em 1589, Peter Binsfeld comparou cada um dos pecados capitais com seus respectivos demônios seguindo os significados mais usados. De acordo com Binsfeld's Classification of Demons, esta comparação segue o esquema:
 

Mídia


A novela da Rede Globo, Sete Pecados, tinha como tema a obra A Divina Comédia, de Dante Alighieri, numa versão modernizada. Na novela, a personagem Beatriz, interpretada por Priscila Fantin, precisava fazer com que Dante (Reynaldo Gianecchini) cometesse os sete pecados para conseguir seu amor.
Na série de televisão Supernatural, da Warner Bros., no primeiro episódio da terceira temporada, os irmãos Dean Winchester (Jensen Ackles) e Sam Winchester (Jared Padalecki) precisam enfrentar os demônios que escaparam do inferno, e os primeiros que eles enfrentam são os sete pecados.

Vaidade


     A vaidade (chamada também de orgulho ou soberba) é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada.
A vaidade é mais utilizada também hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.
Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja aos outros. Um ser humano invejoso, por sua vez, identifica com bastante facilidade um ser humano vaidoso, pois os dois vicios se complementam, e um e` objeto do outro.

O que pelas lentes de alguns é asseio, glamour, fantasia, amor ao belo ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (ou parecer) vaidade.
Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre vaidade. Um escritor brasileiro, Flávio Gikovate, tem se dedicado a analisar a influência da vaidade na vida das pessoas e seus impactos na sociedade.
Uma das abordagens da vaidade na literatura é feita por Oscar Wilde no livro O Retrato de Dorian Gray, onde o principal tema é a vaidade do personagem Dorian, onde o jovem e` ao mesmo tempo velho, e o velho e` ao mesmo tempo jovem.

Canção do cisne


        Canção do cisne ou "Canto do cisne" é uma referência a uma antiga crença de que o cisne-branco (Cygnus olor) é completamente mudo durante toda a sua vida, mas pode cantar uma bela e triste canção imediatamente antes de morrer. Entretanto, é sabido desde tempos remotos que esta crença é falsa; cisnes-brancos (também chamados de "cisnes-mudos") não são mudos durante a vida, produzindo grunhidos e assobios; e não cantam ao morrerem. Em particular, Plínio, o Velho refutou a crença no ano 77 em sua Naturalis Historia (livro 10, capítulo xxxii: olorum morte narratur flebilis cantus, falso, ut arbitror, aliquot experimentis, "observações mostram que a história do canto dos cisnes ao morrerem é falsa").
Não obstante, a lenda permaneceu através dos séculos e aparece em vários trabalhos artísticos.
      Por extensão, canção do cisne ou "canto do cisne" tornou-se uma metáfora, referindo-se a uma aparição final teatral e dramática, ou qualquer trabalho final ou conclusão. Por exemplo, a coleção de canções de Franz Schubert, publicada no ano de sua morte, 1828, é conhecida como a Schwanengesang (que em alemão significa "canção do cisne"). Isto traz a conotação de que o compositor estava prevendo sua morte iminente e usando suas últimas forças em um magnífico trabalho final.

Aparência das ninfas


Não há nada de extraordinário na aparência de uma ninfa. Na verdade, elas são tão parecidas às humanas, que à primeira vista seria impossível de não acreditar estar diante de uma simples mortal. As pessoas fantasiam muito a respeito da verdadeira forma dos elementais por causa de seres animalescos como sereias, faunos e etc.
 As ninfas são iguaizinhas às mulheres humanas, podendo ser baixas ou altas (isso depende do tipo de ninfa. Por exemplo, as ninfas da água são muito atraentes, mas são baixas, da altura de uma criança de dez a doze anos. Já as Hamadríades podem ser altas quanto suas árvores.) e sua beleza é comum, não se assemelhando em nada com as sereias. Mas não se engane com sua aparência, pois elas podem não ser como as sereias, mas são tão irresistíveis quanto uma. Sua voz é macia e sedutora. Enquanto uma sereia, em muitos casos, precisa cantar para atrair sua vítima, a ninfa, simplesmente, dispensa o canto e atrai a pessoa a chamando pelo seu nome várias vezes. Se a pessoa ignora, seus gritos transmitem desespero e a pessoa, enfeitiçada, fica aflita e não consegue encontrar a paz enquanto não atender ao chamado da ninfa. Se já é difícil resistir a voz de uma ninfa, imagine então tentar resistir ao canto de uma sereia? Vale lembrar (só pra apagar o risinho das caras das meninas) que as ninfas e sereias são livres de preconceito e podem sim, se apaixonar por uma garota ao invés de se apaixonar por um garoto. Não estou dizendo que isso acontece sempre, mas é bom você saber. Mas, relaxe porque na magia existe uma lei que diz que semelhante atrai semelhante. Você não vai atrair um elemental gay se for hetero. Pode parecer estranho eu estar falando sobre sexualidade agora, mas os elementais tem uma vida sexual assim como todo mundo e alguns deles ainda valorizam o amor livre e sem preconceito que existiu na Grécia há muito tempo atrás. Naquela época, a sociedade não via o homossexualismo como hoje e até mesmo as prostitutas eram tidas como sagradas. Era comum as mulheres casadas terem escravas sexuais. E familias entregarem seus filhos meninos a senhores ricos que ... (como dizer isso sem causar polêmica?) os iniciavam nas artes sexuais e por aí vai. Alguns elementais, especialmente os da água, que outrora foram muito adorados na Antiga Grécia ainda amam como antigamente.  Elementais podem se apaixonar por humanos e até mesmo levá-los para seus reinos. Mas esse tipo de amor, por mais maravilhoso que pareça tem seus prós e contras que falaremos uma outra hora.


   Como os elementais se mostram a nós?

Um elemental sempre depende de nossa boa vontade para se mostrar a nós.
De nada adianta realizarmos um belo ritual para avistá-los se não fazemos ideia de como eles são.
Todos os elementais, sem excessão, podem mudar sua forma fisica. Pensem neles como metamorfos e tudo vai ficar mais fácil. 
Os metamorfomos podem virar qualquer coisa, certo? Até mesmo a Britney Spears se quiserem. Os elementais também. Há vários relatos de gente que já os viu na forma de suas celebridades preferidas ou mesmo na forma de entes queridos já falecidos ou ainda vivos. Se você já viu o vulto da sua mãe no corredor quando ela estava no banheiro, por exemplo. Você, na verdade, viu um elemental. Talvez essa seja a parte mais legal de se contatar um elemental. Ele pode ser o que você precisa ou deseja que ele seja. Como um amigo imaginário. Aliás, muitos desses casos de amigos imaginários, na verdade, podem se tratar de elementais. Mas não deixe a fantasia te confundir. Quando você realmente consegue atrair um elemental, você sabe porque um elemental é bem mais que uma imagem projetada em sua mente. Ele tem vida própria. Personalidade própria e Voz. Se não puder ouvi-lo, ela vai falar na sua mente, através de pensamentos que você terá certeza absoluta que não são seus. Cada elemental vai se manifestar de uma forma. Depende da pessoa, do seu grau mediunidade. Por exemplo, algumas pessoas não podem ver elementais, mas podem senti-los ou ouvi-los. Se você quiser ver, sentir e ouvir, tudo ao mesmo tempo, precisará realizar rituais para despertar sua vidência. Há também a hipnose, mas deve se tomar cuidado com ela.

Os riscos que a hipnose pode trazer

A hipnose, na magia, nada mais é que uma viagem astral que o mago ou xamã realiza para encontrar seres ou mesmo pessoas em outro plano. Dessa forma é possível conhecer a morada dos elementais. Quando fazemos uma hipnose devemos estar plenamente conscientes (acordados) para retornarmos pelo mesmo caminho o qual tomamos para chegarmos até onde chegamos. Caso contrário, corremos o sério risco de nos perdermos. Quando nos perdemos, podemos ficar preso do outro lado de duas maneiras; a primeira, nunca mais a pessoa teria sonhos comuns e sempre que dormisse iria, mesmo, contra a vontade, para a dimensão a qual ficou presa. Nesse caso, tudo que acontece por lá seria real. E a pessoa teria de aprender a adquirir consciência enquanto estivesse dormindo para saber que está sonhando e, assim poder controlar os seus atos. O problema é que nem sempre descansamos bem quando estamos em sonho consciente. A segunda, a pessoa seria obrigada a permanecer no mundo espiritual e entraria em coma. Isso geralmente acontece com pessoas desavisadas ou descuidadas que vão para o mundo das fadas ou dos mortos, onde a principal regra diz que aquele que comer de sua comida ou beber de sua bebida será obrigado a permanecer por lá por tempo indeterminado. E se a pessoa ainda tiver a má sorte de encontrar uma fada da corte maldita pode acabar sendo escravizado. Em ambos o caso, a provável solução seria realizar uma hipnose que resgatásse a pessoa de sua prisão espiritual. Encontrei um site que relata diversos casos de prisões espirituais. Ele é um tanto quanto fantasioso, mas vale a pena conferir para você ter uma noção básica de como seria estar preso em outra dimensão. Segue o link a seguir: Prisão espiritual.
  
A Venda pelo http://www.agbook.com.br
Para saber mais a respeito das ninfas, leia o livro O Secreto Mundo Das Ninfas, de Daniele Araujo. 
 Daniele Araujo é autora da série Mundo Secreto, composta pelos livros: O Secreto Mundo Das Fadas, O Secreto Mundo Das Ninfas e em breve, O Secreto Mundo Dos Gnomos e O Secreto Mundo Dos Elfos. E é a blogueira responsável pelos seguintes sites:


Leanan Sidhe, a fada do amor


Também chamada o Espírito da Vida, a Amante Feérica, Leanan Sidhe é uma fada lindíssima. Geralmente se apresenta vestida de branco com longos cabelos dourados. Dá inspiração, especialmente a poetas e cantores. Protege os namorados, facilitando encontros e evitando as pequenas brigas. Um bom ritual para obter seus favores é criar uma poesia bem bonita que lhe diga o que você deseja do amor. Recite para uma roseira em noite de lua-cheia e então deixe a poesia amarrada com um lacinho dourado e vá embora sem olhar para trás. Os melhores dias para invocá-la são os três dias antes e os três dias depois da lua-cheia (preferencialmente do mês de setembro). Entretanto, pode ser perigoso contatar Leanan porque ela é uma fada-vampira, que se alimenta da energia vital do poeta o qual inspira. E também costuma levar os artistas que inspira para seu reino. Ela possui um colar que contém uma pedra mágica capaz de causar a loucura. E por isso, todas as pessoas que trabalham com Leanan ficam obsecadas por ela. Segundo o folclore celta, os artistas inspirados pela fada costumam ter uma vida bem curta, devido ao pacto que sem perceber, fazem com Leanan. Uma versão mais sombria da lenda conta ainda que ela costuma se banhar no sangue das pessoas que rapta. Uma vez que se tenha atraído a fada e conquistado seus favores, é quase impossível livrar-se dela. E a pessoa não estaria a salvo nem depois de sua morte, já que Leanan sidhe carregaria sua alma para seu Reino. A única forma de se livrar dela, seria a apresentando a outra pessoa (um inimigo, por exemplo kkk). Com muita sorte, a fada se interessaria por essa pessoa e abandonaria seu antigo hospedeiro humano. Outra forma de atraí-la seria acendendo um incenso de rosas brancas e chamando seu nome em voz alta três vezes, ao amanhecer. De preferência, em um jardim.  Não pense você, que é mulher, que está livre dos encantos de Leanan. Ela pode te surpreender, acredite!

Fonte: http://adancadasfadas.blogspot.com.br

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Fadas


Nós, mulheres, somos fadas,
fadas lindas, meigas, delicadas,
criamos a magia do amor
e a estrada para a felicidade
coberta de flores.

As fadas são alegres... sorridentes,
enfeitiçam com seu encanto,
e mandam para bem longe
a dor, a decepção, a tristeza,
para todos deixarem contentes.

Na vida das fadas sempre
existe um príncipe encantado,
que com muito amor
quebra o encanto e eles passam
a viver felizes lado a lado.

Eu queria tanto ser uma fada,
para cobrir-te com meus beijos ardentes...
gostosos... e te trazer de volta com os meus encantos,
minha magia e meu canto.

Os anjos também choram


Hoje eu não quis ver a luz lá fora.
O meu quarto trancado parece uma jaula.
Não quero ver ninguém,
só preciso me esconder.
Meus olhos tristes vão te fazer sofrer.
Você sempre cobrou,
disse que nunca sorri pra você.
Eu sorri sim,
mas você nunca esteve aqui pra ver.
Do que me adianta essas asas,
se não posso voar?
pra quê sonhar?
se sempre vou acordar
pra assistir de camarote
o nosso mundo desabar.
A lágrima limpida,
tão salgada
escorre pelo rosto
parecendo água.
Você nem notou que chove tanto agora.
Você nem notou que os anjos também choram.

Anjo triste

Amante fantasma


Projeto em você
meus sonhos e desejos
Projeto em você
minhas histerias e medos
Projeto em você
as minhas fantasias
Projeto em você
as causas da minha agonia
Projeto em você
o ideal
sofro
não és real
Quando percebo
as minhas nada lúcidas
projeções
sinto o eco
das minhas frustrações
e, nesse instante atroz
consigo enterrar-te
amante fantasma
para nunca mais
encontrar-te.

Lina Passos

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Siga seu caminho


Tente entender que nossa história é um assunto encerrado.
Não há mais nada a falar. Não há motivos pra estarmos juntos.
Tudo que restou foram cinzas de uma paixão que se consumiu.

Quando olho em seus olhos não vejo mais aquele brilho.
Já não sinto a doçura de suas palavras.
Sua companhia não me faz bem.
Eu sei que o amor esfriou. Só você não percebe ou se nega a enxergar a verdade.

Sempre que precisar de uma amiga, sabe onde me encontrar.
Conte sempre comigo. Mas apenas como amiga.

Autora: Giovanna Lynn

O amor machuca


Já não há palavras para descreveream o que estou sentindo.
Eu me deixei levar pelo seu olhar e me apaixonei.
Sem perceber, me condenei a um amor eterno.
Não foi você quem me ensinou que o amor move montanhas?
Agora que chegou ao fim, me diga...
O que vai ser de mim?

Por que você nunca me ensinou que o amor é lindo mas machuca?
Por que você disse para sempre se ia ter um fim?
Se eu soubesse que o amor machuca não teria te entregado o meu coração.

Eu tento te esquecer, te apagar de mim. Embora tente, sei que é inútil.
Os dias passam e você não volta. Por que não volta?

Não há nada que me faça esquecer o que vivemos juntos.
Tento controlar o pensamento e mantê-lo preso a qualquer outra coisa. Mas você me persegue, e quando tento fugir, fico louca pra te ver.

Autora: Giovanna Lynn

As noites não passam


Queria estar sempre ao seu lado, mesmo sabendo que um momento não é tudo.
Mas, de certa forma, estamos juntos porque eu te levo em meu coração.
É só olhar pro céu pra me lembrar de seus olhos azuis.
É difícil pra mim, não pensar em você e ter de esconder o que sinto.

As noites não passam.
O tempo parou.
Tudo está vazio sem você.
Por que não compreende que você é a minha vida e o ar que eu respiro.
Sem você, eu não sou nada.
Sem você, eu não existo.

As lembranças me machucam. Não que esse amor me faça mal. É que eu te amo demais.
Queria ao menos um minuto ao seu lado. Mesmo sabendo que um momento não é tudo.

Me diz, como apagar as lembranças?
Me diz, como voltar a sorrir? Se quando eu fecho os meus olhos, sem querer me lembro dos beijos e abraços que trocamos?

Autora: Giovanna Lynn

Lágrimas ao anoitecer


Como você pode me deixar e me pedir pra esquecê-lo se sabe que eu não posso?
Será que tudo que me disse era mentira? Já nem sei o que pensar.
Quando você partiu e deixou em mim, a dor. Eu só tive a mim mesma. Ninguém estava ali pra me abraçar ou consolar.
  Tentei de todas as formas convencê-lo a ficar. Mas você sequer me ouviu. Por isso, estou aqui. Pra te fazer entender que sem você, não sei viver.

De que serve o céu, o mar, as estrelas e a lua se eu não posso te amar?
De que me adianta ter o mundo aos meus pés e viver sem teu amor?
A cada amanhecer, eu me encho de esperanças que sempre terminam em lágrimas ao anoitecer.

Não me peça pra esquecer porque nada nesse mundo vai apagar esse amor.
Não importa quanto tempo passe. Sinto que esse sentimento vai permanecer em mim pra sempre.

Desde que você partiu, sonho com o dia em que irá voltar pela mesma porta em que saiu.
Não desisto desse amor porque é tudo que sonhei.

Autora: Giovanna Lynn

Espaços em branco


Sei que o melhor a fazer é desistir desse amor.
Mas quando me lembro de você, percebo que não posso te esquecer.
Porque sem você fico incompleta. Não tem sentido viver sem você.

Mesmo se eu perdesse a memória, sonharia com você todas as noites porque você é inesquecível.
Mesmo se meu coração deixasse de bater, ainda sangraria por você. Sempre haveria em minha alma espaços em branco que somente você poderia preencher. Podem passar mil anos mas meu amor vai permanecer pra sempre porque é imortal, sem fim.

Não adianta provar outros lábios. São frios e machucam.
Só de me imaginar em outros braços, sinto meu estômago embrulhar.
O sol não brilha como antes. O tempo parece infinito e aqui dentro do meu coração, há uma tempestade que não quer passar.

Há uma ferida em mim que sangra dia e noite e não quer cicatrizar.
Somente você pode me curar. Volte pra mim, por favor? Eu preciso do seu amor.

Escrito por: Giovanna Lynn
 

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